QUANTO TEMPO O CORONAVÍRUS SOBREVIVE NAS SUPERFÍCIES?

Plástico e aço inox são os materiais onde o vírus resiste por mais tempo.

Por CION Dia

QUANTO TEMPO O CORONAVÍRUS SOBREVIVE NAS SUPERFÍCIES?

Um estudo na revista científica "New England Journal of Medicine" afirma que o Coronavírus, responsável pela doença Covid-19, consegue sobreviver até 3 dias em algumas superfícies, como plástico ou aço.

O estudo foi realizado por cientistas dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), da Universidade da Califórnia, de Los Angeles e de Princeton. O trabalho avalia a resistência do vírus em cinco materiais diferentes, e mostra que o novo Coronavírus fica "mais estável" em plástico e aço inoxidável, materiais bastante utilizados no dia a dia da população.

Veja o tempo de sobrevivência do novo coronavírus em cada material, de acordo com este estudo:

Aço inoxidável = 72 horas

Plástico = 72 horas

Papelão = 24 horas

Cobre = 4 horas

Aerossolizada/ Poeiras = 40 minutos a 2:30 horas

 

Sobre tecidos e itens congelados:

Flavio Fonseca, virologista e integrante do centro de pesquisa em vacinas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), explica que não há estudos sobre a viabilidade deste vírus em diferentes tipos de tecidos. Mas os trabalhos com outros patógenos apontam que, de forma geral, os vírus podem ter sobrevida de 72 a 96 horas nos panos.

“Como os tecidos são porosos, muitas vezes os materiais orgânicos - gotículas de saliva, secreções respiratórias - ficam retidos nos poros e às vezes fica limitada a acessibilidade do sabão e da água. A proteção desses poros aumenta a sobrevida do vírus de 72 a 96 horas” - Flavio Fonseca, virologista e integrante do centro de pesquisa em vacinas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Fonseca explica que os vírus são estruturas muito simples, que têm mais facilidade em sobreviver do que uma célula, por exemplo. Isso reflete na capacidade que eles, em geral, têm para se manter mesmo em itens congelados, como sobre a superfície de objetos colocados no freezer ou no congelador.

“Normalmente, se você pega uma amostra e congela e depois descongela, o vírus se mantém viável. A gente costuma congelar as amostras de vírus a -20°C, ao descongelar, a maior parte dessas partículas continuam viáveis. Com muito pouca perda” - Flavio Fonseca, virologista.

 Tome muito cuidado, e realize medidas protetivas para a sua segurança. A higiene e limpeza são fundamentais!

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